OS LIVROS DA TEODORA ESTÃO NO PNL E SÃO RECOMENDADOS POR PROFESSORES E APROVADOS PELOS ALUNOS

Os livros da Teodora são recomendados por professores e aprovados pelos alunos

Monday, November 03, 2008

Comentário à apresentação dos livros Teodora:

Obrigado pela belíssima apresentação das aventuras da Teodora, na FNAC Chiado.
A vossa apresentação preencheu, de longe, as minhas expectativas.
Fiquei surpreendido e muito satisfeito com a exibição, estusiástica e apaixonada, da sua cria, a Teodora.
Foi, com certeza, a melhor apresentação de um livro, numa narrativa perfeita e humanizada, que já assisti nos 17 anos que estou em Portugal!
O uso correcto do microfone, a vossa postura à frente da mesa e junto ao público, as pausas que aplicaste em sua narrativa, inquirindo a participação do público presente com colocações e/ou duvidas, o despertar da curiosidade nos presentes à acção de leitura das referidas aventuras da Teodora, o respeito ao público presente, enfim, tudo foi perfeito, PARABÉNS!

As FNACS, Almedina, El Corte Inglês, escolas e Universidades, deveriam ter em atenção, as apresentações de Luísa Fortes.
Incluindo apresentações de outros livros, visto que, 90% dos apresentadores, das centenas que conheci, deixam muito a desejar em técnica e paixão.

GEO-Saudações
Roberto Moreno

Wednesday, September 24, 2008

Cenários das aventuras da Teodora: rota das hortênsias, poço da quinta da Regaleira, stonehenge, S. Miguel Açores, Berlengas, Ilha de Páscoa, Coliseu


Alguns cenários onde se passam as aventuras da Teodora: Rota das Hortênsias; o poço iniciático da Quinta da Regaleira; Stonehenge; S. Miguel Açores; Berlengas; Ilha de Páscoa; Coliseu de Roma; Chapada dos Guimarães no Brasil; Castelo de Almourol...

Wednesday, August 20, 2008

Teodora e o Segredo da Esfinge na LITUÂNIA (TEODORA IR SFINKSO PASLAPTIS)

O primeiro livro da Teodora: "Teodora e o Segredo da Esfinge" chegou este mês às livrarias da Lituânia com o nome "TEODORA IR SFINKSO PASLAPTIS"

Friday, January 25, 2008

Tuesday, January 01, 2008

Nova Aventura de Teodora (integrada nas comemorações dos 50 anos do Vulcão dos Capelinhos

In Tribuna das Ilhas, 14 de Dezembro de 2007

As aventuras de Teodora serão talvez o maior sucesso da literatura infanto-juvenil escrita em português nos últimos anos. O livro mais recente, "Teodora e o Mistério do Vulcão", tem como cenário o Vulcão dos Capelinhos.

O FENÓMENO TEODORA

Se a Inglaterra tem J. K. Rowling e o feiticeiro Harry Potter, nós, por cá, temos Luisa Fortes da Cunha e a fada Teodora. A escala é muito menor, e Teodora não rendeu a Luisa a fortuna que o pequeno feiticeiro tem rendido a Rowling, mas a imaginação sem limites e a capacidade de fazer sonhar com mundos mágicos é comum a ambas. Decerto que se Teodora e Harry Potter se cruzassem se entenderiam às mil maravilhas, e há mesmo quem apelide a fada"made in Portugal" de "namoradinha" do feiticeiro inglês...
In Tribuna das Ilhas

Wednesday, September 26, 2007

Com Teodora no Vulcão dos Capelinhos - Nova aventura pelo mistério do prazer de ler

Ela é assim: fiel na companhia, constante na dádiva, irrepreensível na atenção que dedica aos seus amigos ou não fosse para eles a sua fada mais amada. Falamos de Teodora, a personagem que já ultrapassou em muito a sua existência no papel. Genialidade da autora, Luísa Fortes da Cunha que a tem vindo a construir de forma soberana e com surpresa inesgotável.

Desta vez, Teodora faz coincidir a sua aventura com os cinquenta anos da erupção do Vulcão dos Capelinhos, nos Açores, que se assinala nesta quinta-feira, 27 de Setembro. Por isso, leva os amigos de sempre – os que, como ela, são personagens no papel e todos os outros que na vida real desempenham o papel de personagens no sonho – ao centro dos mistérios do Vulcão que depois de treze meses de actividade se silenciou num sono profundo da terra. Se Vulcano dá o mote à nova aventura, as peripécias alucinantes desenham-se numa narrativa pejada de potencialidades. Afinal, é esta a alquimia que produz o prazer da leitura, e semeia o amor futuro pelos livros.
Se a narração é vertiginosa, bem ao gosto dos jovens leitores, os momentos de descrição enchem-na de sinestesias que possibilitam o diálogo estreito e pessoalíssimo entre a palavra escrita e as sensações; também assim se educa o jovem leitor para a individualidade da leitura e a consciencialização da leitura ser um caminho de descobertas pessoais: ter nela um momento só seu, onde o leitor se dá e se revela.

Na procura dos mistérios do Vulcão dos Capelinos, dá-se uma lição sobre os Açores – a terra, os animais, as plantas e até gastronomia – sobre vulcanologia, e aprender Ciências da Natureza nunca foi tão divertido. Acresce a este vigor didáctico a grande lição de respeito pelo meio ambiente.

Na procura de explicações e de senhas para decifrar enigmas, Teodora vai à América e ao Triângulo das Bermudas, cruzando o Atlântico, não de veleiro, mas no dorso de cetáceos, duas baleias e dois golfinhos cúmplices desta viagem que a heroína faz com Alex, Artur e Gil. E, repetimos, com todos os jovens leitores ansiosos por mais uma aventura mágica, com a liberdade do sonho e a garantia de segurança na aprendizagem. Os pais sabem-no e, sabemo-lo nós, apoiam os filhos nestas viagens ao desenvolvimento da personalidade, organizadas por Luísa Fortes da Cunha.

À conquista do mundo

Esta nova erupção de Luísa Fortes da Cunha já tem promessa de ecos pelo mundo. A autora informa-nos que o livro será lançado e distribuído nas comunidades portuguesas nos Estados Unidos, Canadá e Bermudas que têm mostrado interesse em dar a conhecer aos jovens luso descendentes o que aconteceu há 50 anos na ilha do Faial. Com o apoio da Câmara Municipal da Horta e das comunidades, está já a preparar-se a tradução para inglês.

Com a presença da autora, o livro será lançado na Horta, a 16 de Dezembro, quando se assinala a 1ª erupção de lava, em Toronto a 6 e 7 de Junho, na Costa leste dos Estados Unidos, a 10 e 11 de Junho e na Califórnia, a 14 e 15 de Junho.

página com informação dedicada ao Vulcão dos Capelinhos:
http://www.vulcaodoscapelinhos.org/

Teodora e o Mistério do Vulcão, Luísa Fortes da Cunha; Editorial Presença, Lisboa, Setembro 2007

artigos relacionados:

Férias da Páscoa com TeodoraMais uma aventura da «namoradinha do Harry Potter»

O tempo mágico de Luísa Fortes da CunhaOitavo livro sobre a fada que encanta os jovens

Teresa Sá Couto (Kaminhos Magazine)

Sunday, July 15, 2007

A Nova Cidade (artigo de Luisa Fortes da Cunha, publicado no Jornal Correio da Manhã)



A Cidade Imaginária

A alternativa à CIDADE actual, ultrapassa o conceito sustentável e os limites físicos impostos pelos serviços e pelos equipamentos: A CIDADE IMAGINÁRIA é feita de cada sonho e cada projecto, trazida à cidade por cada criança, família, pelo grupo social de pertença, e em cada velho que a sustém com as estórias das pequenas lembranças do seu bairro, da sua rua e dos seus vizinhos. Pela partilha, os sonhos e projectos de vida transformam o espaço físico num ponto onde a cidade se apoia e expressa! Recuperam-se formas, funções e vivências civilizacionais, que em cada era, constroem novos tempos com significado histórico para o presente e para o futuro.
Chega-se à cidade imaginária se todos, chamados a atravessar, souberem onde estão os respectivos portais e se os poderes públicos os flanquearem. É pelos espaços de encanto, beleza, silêncio, encontro e de jogo da vida, criando dinâmicas na cidade física, que transportam as pessoas, e principalmente as crianças, para o mundo dos significados, do sentido que as coisas têm, do nexo que as coisas fazem, que todos lá chegamos.
A cidade degradada resultou da destruição das escadarias do imaginário, dos sinais que orientavam as pessoas, da inversão de sentidos e da perversão dos significados que as emocionavam. Os espaços, os tempos, sons, cheiros, foram respectivamente ocupados, retirados, substituídos por geradores de ruídos e de caos incivilizacional. Tudo isto é registo dos sábios da cidade. Não vale a pena falar mais disso: está explicado!
Devolvamos as portas do imaginário a todos e a cidade invisível revelar-se-á! São dela sinais, os espaços e os tempos que redondilham em séculos como engenhos da criatividade e da reafirmação comum, expressa em cada era. Há os que se inscrevem nas calçadas, paredes, toponímia das ruas, nos miradouros e praças públicas, nos jardins e espaços abandonados. É com os encantos, que se revela essa cidade invisível que é preciso resgatar, aprender, observar e fazer viver em cada dia com reafirmação do passado e reinvenção do futuro. Na cidade imaginária, os ritmos partilham-se e comungam-se em conversas à dimensão humana que a tecnologia actual facilita, amplia e não abafa. Tem de haver espaços e tempos livres onde o futuro possa ser conspirado.
É no silêncio dos dias desertos onde se pergunta para onde foram todos que é mais fácil perceber essa cidade invisível. Ela, só se vê e se ouve quando se instala em cada um, a nostalgia de um fim de tarde num miradouro qualquer sobre o Tejo, no som de uma guitarra e num aroma de um prato divinal que circula sobre os ares de Lisboa. É aí que se entende que ela tem de ser um parque de gente, que no silêncio dos ruídos da cidade, conversa, conspira e canta o amanhã que sonhou e que se expressa nas brincadeiras de uma criança no meio da rua, com o olhar terno dos avós que contemplam a magia da vida.

Luísa Fortes da Cunha em 7 de Julho de 2007 (7-7-2007)